Engenharia de Dados Industrial & Interoperabilidade IT/OT.
Quebramos os silos de dados do chão de fábrica. Conectamos sensores, PLCs e supervisórios SCADA ao ERP e banco de dados corporativo de forma segura, escalável e sob conformidade com a norma ISA-95.
Módulos integrados que estruturam a sua infraestrutura de dados industriais:
Historiador de processos que realiza a aquisição, compressão e armazenamento seguro de dados de telemetria da planta.
Gestão da produção fabril em tempo real. Essencial para o cálculo automático e fidedigno do indicador de **OEE**.
Planejamento e controle de manutenção. Mapeia e prevê falhas (MTBF) de motores, inversores e ativos físicos.
Algoritmos de controle avançado multivariável para estabilização de variáveis e otimização contínua de processos industriais complexos.
Os Silos de Dados que Drenam a Margem da Indústria
A ausência de comunicação fluida entre o chão de fábrica (OT) e a gestão (IT) gera ineficiências invisíveis e encarece a operação.
Softwares Proprietários e Licenciamento Alto
Dados críticos trancados em controladores lógicos e sistemas SCADA legados. Integradores cobram licenças abusivas por tag para permitir exportação simples para sistemas ERP.
Controles Manuais e Planilhas no Chão de Fábrica
Cálculo de produtividade (OEE) baseado em anotações manuais reativas. Sem capacidade de gerar alertas automáticos de paradas não planejadas de linha em tempo real.
Barreira Cultural e Falta de Alinhamento Técnico
Dificuldade de conciliação de protocolos e redes. O time de TI desconhece a criticidade de tempo real das máquinas, e o de automação resiste com receio de instabilidade operacional.
A Arquitetura de Integração
Nossa abordagem de Engenharia de Dados Industrial atua de forma isenta e independente, modelando e padronizando dados para garantir alta disponibilidade sistêmica.
Unificação PIMS
Historiadores de processos com compressão avançada de telemetria. Projetados para tolerar alta latência e garantir armazenamento local redundante em caso de queda de nuvem.
Monitoramento MES & OEE
Coleta automatizada de tempos de ciclo e status de máquina. Geração de relatórios automáticos de OEE e alertas imediatos de manutenção via redes de dados seguras.
Gestão de Ativos CMMS
Estruturação e unificação de dados de telemetria física para cálculo dinâmico de MTBF (Tempo Médio Entre Falhas) e MTTR (Tempo Médio para Reparo), reduzindo manutenção corretiva.
Controle Avançado (APC)
Otimização em malha fechada por meio de algoritmos avançados para maximizar a estabilidade operacional e a produtividade de processos industriais.
Rigor Analítico e Eficiência Mensurável
Intervenções baseadas em dados e infraestrutura geram retorno direto sobre o capital investido na fábrica.
Gerados por ponto percentual de OEE e eficiência recuperada em grandes plantas industriais.
Em redução de capital imobilizado através do saneamento e otimização de estoques de insumos críticos.
De disponibilidade e interoperabilidade sistêmica ponta a ponta nas infraestruturas implantadas.
Iniciar Diagnóstico de Viabilidade
Insira os dados cadastrais e de sua planta. Um arquiteto operacional analisará a compatibilidade técnica e entrará em contato em menos de 15 minutos.
Perguntas Frequentes sobre Dados IT/OT
Entenda como funciona a unificação de dados de chão de fábrica e sistemas de gestão industriais.
O que é a integração IT/OT e por que adotá-la?
A unificação IT/OT conecta a rede física da fábrica (Tecnologia de Operação, como sensores e controladores lógicos de CLP) aos sistemas corporativos de gestão (Tecnologia de Informação, como ERPs e bancos de dados em nuvem). Adotar essa arquitetura mitiga riscos de parada de linha, elimina as planilhas manuais e unifica as métricas do chão de fábrica aos resultados financeiros da matriz.
Como funciona o cálculo automatizado de OEE em tempo real?
Substituímos o apontamento manual do operador por sensores físicos ligados a brokers de mensagens MQTT ou OPC UA. O sistema calcula a eficiência global (OEE) cruzando disponibilidade, desempenho e qualidade de forma instantânea, permitindo aos diretores visualizar a margem produtiva em painéis atualizados em tempo real.
Como a norma ISA-95 apoia a engenharia de dados da Synapse?
A norma internacional ISA-95 define o padrão relacional para modelagem e troca de dados entre os sistemas de controle físico (Nível 1 e 2), MES/Supervisórios (Nível 3) e o ERP (Nível 4). Projetar ecossistemas sob a ISA-95 assegura a integridade do fluxo de dados e evita conflitos sistêmicos de licenciamento proprietário.
Qual a função prática do Controle Avançado (APC)?
O Controle Avançado de Processos (APC) utiliza modelos preditivos e malhas fechadas multivariáveis para regular de forma automatizada variáveis físicas complexas. Isso reduz oscilações de temperatura, pressão e vazão, maximizando a eficiência de energia e estabilizando a produtividade de processos críticos na fábrica.
Como a Synapse concilia o conflito de prioridades entre TI e TO?
A TI foca na confidencialidade e integridade dos dados (modelo CIA), enquanto a TO foca na segurança física, confiabilidade e continuidade operacional da planta (modelo SRP). A Synapse soluciona esse impasse projetando Zonas Desmilitarizadas (DMZs industriais) e diodos de dados lógicos que impedem que requisições corporativas afetem o tempo de ciclo (scan time) dos CLPs ou ponham em risco a estabilidade física do chão de fábrica.
Como a Synapse evita o surgimento de um "pântano de dados" (data swamp) com milhares de sensores coletados?
Evitamos a ingestão de telemetria bruta sem contexto. Aplicamos a modelagem relacional orientada à norma ISA-95 e estruturas de metadados robustas baseadas no padrão MQTT Sparkplug B diretamente na borda (Edge). Dessa forma, cada sinal do chão de fábrica nasce contextualizado com sua respectiva máquina, linha e fábrica de origem antes de atingir o data lake corporativo.
Como é feita a conectividade com CLPs e hardware industrial antigo (legacy)?
Não exigimos a atualização do parque de hardware de automação. Utilizamos gateways de protocolo físicos ou lógicos que se comunicam nativamente com dispositivos legados por protocolos antigos (como Modbus RTU/TCP, Profibus e OPC DA) e realizam a conversão limpa e segura em tempo real para padrões modernos, como OPC UA e MQTT.