Máquina legada
Equipamento produtivo, mas sem interface adequada para digitalização.
Modernização eletrônica, instrumentação e conectividade industrial para transformar equipamentos legados em fontes confiáveis de dados, sem exigir a substituição da máquina.
Quando a informação não existe ou não está acessível, a digitalização começa no campo: no equipamento, no sinal e naquilo que a operação precisa enxergar.
Equipamento produtivo, mas sem interface adequada para digitalização.
Produção, estado ou variáveis ainda dependem de observação manual.
Componentes antigos dificultam manutenção, diagnóstico ou evolução.
MES, historian e monitoramento precisam de dados que a máquina não entrega.
Modernização de comandos, interfaces, componentes e painéis quando necessária para recuperar ou evoluir a capacidade do equipamento.
Instalação e adequação de sensores e pontos de medição para obter as variáveis relevantes da operação.
Captura de sinais de máquina, ciclos, estados, contagens e variáveis de processo, com leitura adequada ao objetivo de medição.
Criação do caminho entre máquina e sistemas digitais, com interfaces e gateways adequados ao equipamento e ao ambiente.
Entender máquina, eletrônica, sinais, documentação e objetivo de medição no contexto da operação.
Definir a solução mínima necessária, o escopo e a janela de intervenção.
Instrumentar, adequar, modernizar e conectar em campo conforme o projeto.
Conferir qualidade do sinal, estabilidade da leitura, comportamento operacional e segurança técnica aplicável.
Disponibilizar os dados para o destino definido pelo cliente, com o comissionamento e a documentação previstos.
O projeto começa por essa pergunta. A partir dela, a Synapse define a intervenção necessária, evitando substituir componentes ou adicionar tecnologia sem função operacional clara.
Avaliar o equipamento existente, aproveitar sinais disponíveis e instrumentar apenas o necessário permite construir um caminho de evolução coerente com a realidade da fábrica.
Avaliar o que já existe e a viabilidade de intervenção.
Aproveitar antes de adicionar hardware.
Instrumentar apenas o necessário.
Entregar para onde ele realmente gera valor.
Comece sem integração quando possível. Automatize quando houver ROI. A filosofia RTU permite começar com os dados existentes; Field Engineering apoia a evolução quando há uma necessidade real de captura automática.
O escopo depende da avaliação de cada equipamento, dos sinais disponíveis e do resultado esperado.
Contagem automática de ciclos, sinal de produção e identificação de máquina ligada ou parada.
Adequação de painéis e substituição de componentes obsoletos para viabilizar medição e conectividade.
Aquisição de temperatura, pressão, corrente ou vibração conforme a necessidade de monitoramento.
Conexão de equipamento legado e disponibilização de dados para MES, historian ou sistema do cliente.
Field Engineering pode ser contratado de forma independente. Você define o destino dos dados e decide como evoluir.
Conte qual equipamento, problema ou variável precisa ser medida. A Synapse avalia o caminho técnico para modernizar e conectar a operação.
O escopo considera equipamento, documentação, componentes, localização, instalação e necessidade de parada. A avaliação também define os requisitos de segurança, responsabilidade técnica e comissionamento aplicáveis.